Nas conversas que tenho com os gestores, percebo a ânsia de buscar clientes para vender mais e ter lucratividade com a empresa. Mas há uma nunce importante nesse contexto que muitos não percebem: atrair mais pessoas para o meu negócio de forma GENERALIZADA é diferente de trazer as PESSOAS CERTAS que vão realmente comprar.
Por mais importante que seja o processo de vendas para um negócio, definir quem de fato são meus clientes ideais é, sem dúvida, o caminho mais assertivo no crescimento de empresas. E essa definição se estende ao processo de comunicação e marketing, pois, quando vamos traçar um plano de ação para comunicar aquela empresa/produto/serviço, fica muito mais fácil se soubermos para quem realmente iremos falar.
Riscos existem em qualquer área dentro da empresa, inclusive na comunicação. É um teste diário. O consumidor está em constante transformação, mudando seus ideais, visões de mundo, comportamento de consumo e tudo isso também influencia na forma como ele vai consumir a comunicação das empresas.
Assim, quando lapidamos de forma estratégica essa definição de clientes, acertamos na forma como falamos com eles, na maneira como devemos chegar através das mídias e como despertaremos o desejo e a atenção para o nosso produto/serviço.
Neste caso, sua referência será imaginativa, sobre hipóteses, pelo menos nesse começo do negócio. O importante é você anotar suas reflexões e, quando tiver de 3 a 6 meses de atendimento, você já vai conseguir inspecionar melhor sobre esses clientes.
Faça também a seguinte pergunta que pode te ajudar neste início: Qual cliente você gostaria de ter?
Esse questionamento pode ser baseado em suas referências, mas você deve se lembrar de colocar o pé no chão e ter bom senso para analisar essas anotações e não sair “imaginando” clientes que podem não ser “reais”.
O que eu geralmente recomendo para os meus clientes é enxergar neste processo de conhecer as pessoas que consomem seus produtos/serviços perfis reais, não podendo se embasar apenas em estereotiopos ou personagens. Precisamos, sim, de uma base, um guia sobre elas, mas não é algo que definimos uma única vez. É um processo contínuo que deve ser alimentado: seja através de ferramentas digitais ou no papel mesmo, você deve criar um histórico dos seus clientes.
Faça a seguinte pergunta: – Qual desses clientes você gostaria de multiplicar?
E analise esses pontos:
Convivência: os clientes que estão sempre indo até você, consumindo e que você gosta de ter ao seu lado.
Pagamento: os clientes que não reclamam na hora de pagar, consomem e valorizam o que você vende.
Fidelidade: aqueles que sempre estão por perto, se tornaram fieis e te indicam para novos potenciais clientes.
Um outro ponto que os gestores podem utilizar é a busca ativa dessas informações com os próprios clientes. Você pode fazer essa escuta ativa por conversas diárias com esses clientes, buscando escutar e ser intencional nesses diálogos.
E outro meio é a pesquisa. Pode ser usado uma pesquisa através de um formulário no Google Forms (que você utiliza de forma gratuita), a partir disso você tem um link onde pode enviar aos seus clientes por email ou whatsapp e descobrir mais informações para alimentar esse histórico e construir cada vez mais uma comunicação baseada não somente nos interesses da sua empresa mas também, mas também na assertividade de poder selecionar para quem você quer vender!
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